<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1680820539631436808</id><updated>2011-07-07T13:37:15.162-07:00</updated><category term='Arte'/><category term='Sociabilidade'/><category term='Paulo Freire'/><category term='Filme'/><category term='Forma'/><category term='Conteúdo'/><category term='tradição'/><category term='Ação'/><category term='Educação'/><category term='Formação Continuada'/><category term='Internet'/><category term='Cultura'/><title type='text'>.</title><subtitle type='html'>NúcleoInsólitaSucataria-NIS</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://insolita2.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insolita2.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Escritor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1680820539631436808.post-6161924545934890254</id><published>2009-10-04T12:26:00.000-07:00</published><updated>2009-10-04T12:49:10.570-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conteúdo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Forma'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;FORCON&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;7&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Conhecemos uma pessoa que se veste assim ou assado e já colocamos uma série de conceitos sobre ela. Quando vamos conhecendo-a melhor, vemos que não era nada do que tínhamos pensado. Podemos afirmar com convicção que quem vê cara não vê coração. Ou que não se pode medir um livro pela capa. Certo?&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Certa vez uma editora ia relançar um livro de um poeta já conhecido e de qualidade “não questionável”. O editor chefe pediu para cada designer trazer uma proposta para a capa. Uma amiga me contou, sem muito entusiasmo, que a capa dela havia sido escolhida; perguntei o porquê do desanimo: tinha gostado muito mais da capa de um outro colega de trabalho que era muito mais ousada e criativa. Minha colega só tinha colocado a cara do poeta com um fundo azul, coisa que o editor chefe já tinha dito que agradaria. Considerando que essa seja uma capa ruim para um grande livro, podemos reafirmar: quem vê capa não vê conteúdo. Entretanto, essa capa pode não dizer a respeito do conteúdo do poeta, mas diz respeito aos &lt;em&gt;modos de produção&lt;/em&gt; pelo qual passa um livro. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;1&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Pobre do ator que quer ser criativo no palco e é medíocre em vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós não somos seres engavetados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma como fazemos é o conteúdo que trazemos.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lemos livros fantásticos de como deveriam ser as escolas, principalmente no que tange a questão do conteúdo: interdisciplinaridade, conteúdos transversais, uma escola que possibilite a experiência, a formação do conhecimento, mais do que um simples engavetar do conhecimento, um professor que seja mais um guia desses caminhos do que um simples falador. Mas isso é possível se a própria escola é uma grande cômoda? Como fazer para não ser conteúdista se no fim do terceiro ano o aluno (&lt;em&gt;sem luz&lt;/em&gt;) vai enfrentar uma prova que vai medir pura e simplesmente seus conteúdos? Como viver uma experiência em uma aula que tem no máximo 50 minutos? É possível um professor de biologia provocar os alunos na construção de uma horta e daí guiá-los para os conhecimentos ecológicos e biológicos nas estruturas de tempo e espaço que a escola tem atualmente? É possível prestar atenção em cada aluno e ouvi-los se em cada sala tenho 45 vidas? De nada adianta continuar escrevendo livros sobre pedagogia sem discutir a &lt;em&gt;forma&lt;/em&gt; dessa escola, sem rediscutir as disciplinas de pura informação, os horários de gavetinha, o grande cadeião que se tornou a nossa escola, com professores formados em nossos shoppings educativos, preparados para o mercado de trabalho e preparando para as feiras de oportunidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;6&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem quer mudar o mundo precisa lavar a sua louça. Como você vai propor uma nova forma de reorganizar o mundo se dentro da sua casa você mantém os padrões de organização tradicional?&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;8&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os conhecimentos estão organizados (ou desorganizados) dentro de estruturas intelectuais que vamos formando com o passar dos anos. Cada vez que um conhecimento novo chega, outro vai te que sair, ou algum vai ter que mudar de lugar, uma nova forma de organização da estrutura intelectual terá que ser proposta. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma obra de arte experimental provoca o expectador sensível a mudar suas estruturas de conhecimentos: a repensar. Novos conteúdos exigem novas formas: em todas as esferas da vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Pois podemos&lt;br /&gt;ser&lt;br /&gt;seres plenos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu sou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...o alimento que como, as roupas que visto, a arte que faço, o que compartilho, a forma como organizo a minha casa, o sexo que faço...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...e todas as contradições pertencentes ao ser pleno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não há conteúdo revolucionário sem forma revolucionária” – V. Maiakovski&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;Valéria Rocha&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1680820539631436808-6161924545934890254?l=insolita2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insolita2.blogspot.com/feeds/6161924545934890254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1680820539631436808&amp;postID=6161924545934890254' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/6161924545934890254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/6161924545934890254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insolita2.blogspot.com/2009/10/forcon.html' title=''/><author><name>Escritor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1680820539631436808.post-2451486867662048821</id><published>2009-08-17T08:20:00.001-07:00</published><updated>2009-08-18T06:53:04.037-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tradição'/><title type='text'>Tradição</title><content type='html'>Pensei muito sobre o quê escreveria a respeito de TRADIÇÃO. Na verdade essa “dificuldade” pode ser chamada também de preconceito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente essa palavra carrega um tom moralista. Não sei exatamente porque, afinal pode ser usada em tantos contextos... E quem nunca ouviu a frase: “Na minha época não era assim...” ou mesmo “Esse mundo hoje não tem jeito... Está tudo mudado”.Mas é claro que está mudado! E quem pode dizer se é melhor ou pior?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, não sei... E com absoluta certeza não vou responder esta pergunta ao longo deste breve texto e nem pretendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRADIÇÃO na família (ou em família...).O que seria uma família tradicional? Sempre entendi como aquela família que tinha muito dinheiro e era muito conhecida. Minha família não é tradicional neste ponto, mas temos a “tradição” de comemorar qualquer conquista ou novidade juntos! Chamamos os tios, primos, irmãos, cunhados (carinhosamente chamados de agregados!). E festa! E talvez o tradicional na minha família seja o momento do jantar, que ainda sentamos juntos à mesa (quando eu os visito), o momento do café onde decidimos e traçamos as rotas daquele dia, e outros detalhes que não percebo existir em outras famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pensando em outro assunto, delicadíssimo: religião. Em partes, temos uma moral fortíssima em qualquer religião, igreja, templo. E qual é o limite entre tradição e moral neste assunto? Não sei! Tantas crenças, rituais, costumes, duvidas a serem pensadas, estudadas que sinceramente me perco. Quem não se perderia? E muitas vezes não entendemos certos pontos, pois não fazemos parte daquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presenciei e participei de uma conversa dias desses e refleti muito sobre ela; me fez pensar em um bocado de coisas que vou tentar descrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma colega cabeleireira (sim, eu estava em um salão...) comentava comigo sobre como o Museu Paulista, conhecido com Museu do Ipiranga, estava “largado”. Ao comentar sobre a atual situação do Museu, me chamou a atenção o cuidado e emoção que ela carregava quando se referia ao Museu como parte de sua história. Ela viajava em excursões escolares, e mesmo com parentes, e se encantava com os móveis, com o jardim (quem não se encanta?) e com os segredos e mistérios que abarcam o Palácio, se referindo às histórias de Dom Pedro e da Marquesa de Santos. Falava dos cômodos e de como ela se sentia vendo a cama de Dom Pedro à sua frente e imaginava como teria sido viver naquele tempo. Emocionava-se em estar perto daquele móvel que contava história...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebi que realmente ela possuía uma relação, ao menos, interessante, com aquele museu. E eis que ela soltou: “Fez parte da minha história”.Pronto, era o que eu precisava... Repetia essa frase na cabeça, tentando mergulhar naquele sentimento. Não consegui, claro!&lt;br /&gt;Saí do salão pensando que na verdade quantas coisas “tradicionais” fazem parte da história? E pode ser de uma história pessoal, por que não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E poderia escrever sobre mais e mais coisas. Na verdade o que penso é que realmente as coisas estão mudando. Na minha época também era diferente. Tudo era diferente. Então, vamos nos adaptando, vivendo, sobrevivendo.Se é moral, tradicional, o que importa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                                                                          Thaís Mamprim&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1680820539631436808-2451486867662048821?l=insolita2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insolita2.blogspot.com/feeds/2451486867662048821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1680820539631436808&amp;postID=2451486867662048821' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/2451486867662048821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/2451486867662048821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insolita2.blogspot.com/2009/08/tradicao.html' title='Tradição'/><author><name>Escritor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1680820539631436808.post-3152235313405755568</id><published>2009-08-10T08:52:00.000-07:00</published><updated>2009-08-22T21:34:57.554-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tradição'/><title type='text'>Mastigar, engolir e ruminar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_l_mpQM4BsyA/SpC6TKr9N8I/AAAAAAAAAYQ/I4jGimTF9UE/s1600-h/mafalda.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 302px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_l_mpQM4BsyA/SpC6TKr9N8I/AAAAAAAAAYQ/I4jGimTF9UE/s320/mafalda.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372999193902004162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ao se iniciar um debate sobre tradição dois discursos sempre entram em choque: um deles o da alteridade e o outro o do desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas antes de começar a discutir o choque, é importante desmistificar a concepção, mais batida, que rola por aí, sobre tradição.&lt;br /&gt;Tradição definitivamente não quer dizer um ato, ou uma concepção antiga,  mais que isso:  são elementos culturais que perduram pelo tempo. E que podem sim, nesse percorrer do tempo alterar sua forma, sem alterar substancialmente seu significado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alguma vez você já se encontrou num dilema cultural, já se disse que "as coisas são assim oras" ou achou muito bizarro algo que você ouviu falar por aí sobre uma cultura diferente da sua. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tipo:  você está no bar, uma colega virá e te diz que em algum lugar do mundo, é retirado o clitoris das mulheres, porque a cultural local acredita que o prazer distorce as virtudes da mulher.&lt;br /&gt;O que você  pensa imediatamente?&lt;br /&gt;As opções vão se enquadrar nas duas linhas de discurso, com as quais iniciei esse texto.  Então, se resposta for algo em torno de:&lt;br /&gt;- Loucos! O que eles pensam? Isso deveria ser proibido!&lt;br /&gt;Estaria enquadrada em um discurso desenvolvimentista. Isso porque ao repudiar um elemento cultural deseja-se que ele seja alterado para algo que VOCÊ acha que é mais adequado.&lt;br /&gt;Agora se a resposta transitar por algo como:&lt;br /&gt;- Nossa que louco, mas se é a tradição deles fazer o que? Os caras é quem sabem!&lt;br /&gt;Daí o discurso é o da alteridade, ou seja, o de ver a outra cultura como independente da sua e por isso autonoma.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_l_mpQM4BsyA/SorXSyydq2I/AAAAAAAAAYI/Qn6unac55L8/s1600-h/liberdade.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 189px; height: 306px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_l_mpQM4BsyA/SorXSyydq2I/AAAAAAAAAYI/Qn6unac55L8/s320/liberdade.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371342223463787362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A antropologia, ciência que estuda as culturas, atualmente defende a segunda linha de discurso, mas foi criada a partir da primeira. E essa mudança é refletida da sociaedade. Hoje em dia é muito mais comum, ou melhor políticamente correto ouvir a defesa da segunda; é o discurso da auteridade, isto é,  o de se por no lugar do outro e respeitar sua diferença, como você gostaria que você mesmo fosse respietado.&lt;br /&gt;Particularmente não sigo nenhuma das duas linha de discurso. Ou melhor tenho cautela com as duas.&lt;br /&gt;Porque se na primeira o desenvolvimento já foi destruir: o que é diferente de mim, como por exemplo os povos indigenas, foi também destruir o patriarcado, a servidão da mulher.&lt;br /&gt;E se, na segunda, se respeita as diferenças como: o candomblé enquanto religião autêntica, se permite também a omissão diante de acontecimente que VOCÊ discorda.&lt;br /&gt;Voltamos então a conceituação de tradição como elementos culturais que perduram pelo tempo e que se perduram é porque uma parte consideravél da sociedade concorda.&lt;br /&gt;É?! Definitivamente não creio muito nisso também.  Penso que se perduram porque não questionamos muito às vezes, porque às coisas estão naturalizadas,  e principalmente porque se não for assim a sociedade, na sua forma mais coersiva, parentes e amigos, vão te encher o saco atrás de explicações do por quê da diferença.&lt;br /&gt;O fato, é que temos elementos que perduram na nossa cultura que favorecem alguns e desagradam outros. Como fazer? MASTIGUE, ENGULA e RUMINE!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renata Cirilo&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1680820539631436808-3152235313405755568?l=insolita2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insolita2.blogspot.com/feeds/3152235313405755568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1680820539631436808&amp;postID=3152235313405755568' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/3152235313405755568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/3152235313405755568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insolita2.blogspot.com/2009/08/mastigar-engolir-e-ruminar.html' title='Mastigar, engolir e ruminar'/><author><name>Escritor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_l_mpQM4BsyA/SpC6TKr9N8I/AAAAAAAAAYQ/I4jGimTF9UE/s72-c/mafalda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1680820539631436808.post-1266935121947020966</id><published>2009-07-01T20:20:00.000-07:00</published><updated>2009-07-10T12:50:17.534-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Um breve panorama do que é a cibercultura</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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Da mesma maneira que a versão de um livro para o cinema, a versão real do eu de um indivíduo online só desaponta, simplesmente porque os códigos e as convenções de espaço e tempo tolhem demais o poder da imaginação” .&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;(Read Mercer Schuchardt – O que é a Matrix – A Pílula Vermelha: Questões de ciência, filosofia e religião em Matrix)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Visitar o Louvre, comprar um artigo de colecionador de peças da Segunda Guerra Mundial, divulgar sua musica, conhecer alguém, denunciar a marca de iogurte que prometeu a regularidade do seu intestino, conseguir um emprego, fazer uma graduação, decidir o final da novela, acompanhar a eleição do presidente estadunidense, tudo isso e mais um infinito de possibilidades que independem dos fatores físicos humanos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Espaço, tempo, meio e mensagem. A relatividade dessas esferas no mundo contemporâneo desponta um novo cenário das relações e comunicações: A cibercultura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Dizemos então que cibercultura nada mais é do que a digitalização da informação. E que graças a essa informatização o trabalho humano tendencia a deslocar-se cada vez mais para o inautomatizável, ou seja, a criatividade, a iniciativa, a coordenação e a relação. Dizemos inclusive que essa mobilidade de receber e transmitir informação contribui para o reencontro e a reconexão da humanidade consigo mesma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CArthur%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:officedocumentsettings&gt;   &lt;o:allowpng/&gt;  &lt;/o:OfficeDocumentSettings&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;(baseado na obra de Pierre Lévy - CIEBRCULTURA)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Hoje, todas as grandes cidades do planeta são como diferentes bairros de uma só megalópole virtual. Um computador e uma conexão telefônica dão acesso a quase todas as informações do mundo. E como na origem, só que em outra escala, a humanidade volta a ser uma só sociedade: A sociedade cibernética, que quebra barreiras e ultrapassa fronteiras em questão de segundos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Ouçam:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;“Antes mundo era pequeno / porque Terra era grande&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Hoje mundo é muito grande / porque a Terra é pequena /&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;do tamanho da antena parabolicamará...”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;(Parabolicamará - Gilberto Gil)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;“Eu quero entrar na rede pra contactar &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Os lares do Nepal, os bares do Gabão &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Que o chefe da polícia carioca avisa pelo celular &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Que lá na praça Onze tem um vídeopôquer para se jogar” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;(Pela Internet – Gilberto Gil)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O que gera o mundo interconectado&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A comunicação interativa e coletiva é a principal atração do ciberespaço. O cibernauta pode escolher num conjunto mundial muito mais amplo e variado, não criado pelos intermediários tradicionais. Ou seja, as fontes de informação não são mais ou não estão mais no centro do processo, como numa redação de um telejornal. As fontes estão espalhadas, estão e são periféricas. Somos todos capazes de gerar e questionar informações (vide nosso próprio Blog). Seria a internet uma saída?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Isso levanta, imediatamente, questões relativas à autenticidade das informações. Ora, numa boa lógica comunicacional, quanto mais há concentração ou monopólio dos meios de informação, mais há risco que se estabeleça uma verdade “oficial” de interesses. Então sim, a internet pode ser uma saída. Cabe ao internauta criticar a informação que vem sendo recebida. É tempo das vozes minoritárias serem ouvidas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Além dessa, se é que posso já chamar de liberdade de expressão, a cibercultura nos parece ser a chave para uma sociedade mais justa e integrada. Mas será que com avanço tecnológico o homem ainda se permite estabelecer relações tipicamente humanas? &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;A integração fica só no plano virtual? Até que ponto a máquina cumpre apenas seu papel de máquina? Até que ponto o mundo virtual não nos faz enxergar a realidade e sair de trás de uma tela para vivenciar os problemas? Até onde vai nosso controle sobre as máquinas? Até que ponto as relações humanas estão comprometidas? E finalmente, até onde não existem fronteiras?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-size:10;color:blue;"  &gt;Assistam: Encontro com Milton Santos ou o Mundo Global Visto do Lado de Cá, de Silvio Tendler&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; Ana Carolina&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1680820539631436808-1266935121947020966?l=insolita2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insolita2.blogspot.com/feeds/1266935121947020966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1680820539631436808&amp;postID=1266935121947020966' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/1266935121947020966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/1266935121947020966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insolita2.blogspot.com/2009/07/um-breve-panorama-do-que-e-cibercultura.html' title='Um breve panorama do que é a cibercultura'/><author><name>Escritor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1680820539631436808.post-6513910835868731427</id><published>2009-07-01T20:13:00.000-07:00</published><updated>2009-07-10T12:50:50.571-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Apontamentos para futura tese - ou p/ msg d texto / ainda ñ decidi</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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Derrubamos árvores, a taxa de natalidade está diminuindo em muitos países e não publicamos livros. Mas escrevemos blogs. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§ &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O narrador de Walter Benjamin: “O narrador retira da experiência o que ele conta: sua própria experiência ou a relatada pelos outros.E incorpora as coisas narradas á experiência de seus ouvintes”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§ &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O livro como suporte da linguagem escrita é invenção recente; antes havia escritos, mas a idéia de livros feitos em série e resguardados do tempo é invenção da imprensa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt; A revolução cultural da internet é tão ou mais importante quanto a galáxia de Gutenberg.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§ &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O processo narrativo se fez nas culturas como modo de preservar a memória, acontecimentos modelares. Informação, por seu caráter efêmero e explicativo, se afasta da idéia tradicional de narrador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt; A proliferação de mídias eletrônicas transforma toda experiência em fatos consumíveis, que se queimam na fogueira da utilidade imediata. Ainda Benjamin: “contar história sempre foi a arte de contá-las de novo e ela se perde quando as histórias não são mais conservadas”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§ &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O iluminismo teve a repercussão que desejava graças a imprensa e o meio mais rápido de difundir conhecimento. Desde então, o mundo mudou, novas descobertas nos campos das ciências naturais e humanas, a filosofia se desdobrando em seus paradigmas tradicionais, maior número de pessoas alfabetizadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§ &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O número de blogs é impressionante, bem como sua diversidade. Há desde páginas de casais vouyers a conteúdos humanistas. Filósofos têm blogs, educadores têm blogs, artistas têm blogs. Bibliotecas inteiras estão disponíveis virtualmente. Uma nova forma de comunicação, de alcance, poderia ser vista como uma espécie de iluminismo moderno, mas sem projeto?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§ &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Baudrillard: “&lt;span class="article1"&gt;&lt;i&gt;A simulação já não é a simulação de um território, de um ser referencial, de uma substância. É a geração pelos modelos de um real sem origem nem realidade: hiper-real”. &lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;O uso dos blogs, em alguns casos, com suas utilidades de diário, registram uma sinceridade que, antes muito íntima, se torna pública. Sinceridade hiper-real, onde é fato, onde invenção?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="article1"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§ &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Todo blog é aquilo que previa Umberto Eco para as expressões de signos na modernidade: obras abertas. Um post novo, uma nova informação, que pode ou não complementar a anterior. Nunca um autor esteve tão próximo e tão distante de seus leitores. Pode-se comentar o escrito ou a imagem imediatamente; pode-se nunca ver o rosto de quem postou ou comentou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§ &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Quando o rádio se popularizou no começo do século passado, acreditou-se no fim da imprensa. Com o advento da internet, acreditou-se no fim do livro. Entretanto, com tantas páginas eletrônicas, blogs, twiters, downloads, é cada vez maior o número de livros e revistas impressas. Se o jornal diário tem seus leitores deslocados para net, muitas mídias informativas surgiram na imprensa: coletâneas, antologias, revistas especializadas. Aí estão os concursos literários que mostram isso. O livro não é mais o detentor do conhecimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§ &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;no aguardo &lt;b style=""&gt;/ &lt;/b&gt;deus nos livre / e guarde // de acabarmos / nos livros / bem guardados – (eu mesmo)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§ &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Porém, “os livros são objetos transcendentes / mas podemos amá-los do amor táctil / que votamos aos maços de cigarro (caetano veloso)” . Como fazer isso com a &lt;i style=""&gt;abstração&lt;/i&gt; que é o texto virtual?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;§ &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Com mudanças tão rápidas de informações narrativas dos blogs pessoais, lembranças perdidas no limbo virtual, como fica a memória? Alguns pensadores, inclusive o próprio Walter Benjamin, apontaram para a morte do narrador, devido à falta de experiências coletivas. Tese: talvez não há morte do narrador, mas apenas &lt;i style=""&gt;outro modo de narrar.&lt;/i&gt; Com esta outra forma, então, surge um novo conceito de memória,&lt;i style=""&gt; a memória dos links.&lt;/i&gt; &lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;:- /&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Tadeu Renato&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1680820539631436808-6513910835868731427?l=insolita2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insolita2.blogspot.com/feeds/6513910835868731427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1680820539631436808&amp;postID=6513910835868731427' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/6513910835868731427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/6513910835868731427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insolita2.blogspot.com/2009/07/apontamentos-para-futura-tese-ou-p-msg_01.html' title='Apontamentos para futura tese - ou p/ msg d texto / ainda ñ decidi'/><author><name>Escritor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1680820539631436808.post-1545850886414285521</id><published>2009-05-20T08:33:00.000-07:00</published><updated>2009-07-10T12:51:13.833-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Paisagem do filme Escritores da Liberdade,com óleo, tinta e textos de didática</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O filme Escritores da Liberdade (Freedom Writers, EUA, 2007) mostra uma história real muito próxima das dos que estão se formando para o magistério: uma professora carregada de ideais transformadores que acredita na educação como meio para instituir uma sociedade mais justa e crítica. Entretanto, também como as primeiras experiências dos jovens educadores, a realidade se mostra muito mais complexa que os planos pressupostos poderiam supor.A escola representada no filme tem em sua história uma tradição de respeito. Em um programa de integração, a instituição que atende classe media e alta abre uma sala para jovens moradores da periferia da cidade. A estrutura burocrática da escola, apesar deste gesto, exclui estes alunos vindos de realidades tão díspares dos que antes ali estavam, evitando passar o mesmo conteúdo por entender que a nova turma está atrasada em relação aos estudos e não tem capacidade para chegar ao nível dos outros. Não há, como escreve Sílvia A.Martinez, espaço para culturas híbridas, entendendo por isso que cada grupo e subgrupo social têm suas características que devem ser respeitadas.&lt;br /&gt;Erin, a professora idealista (vivida por Hilary Swank) recebe da turma a indiferença de quem não está em diálogo. A maioria dos estudantes de sua sala são negros ou estrangeiros, grande parte vivendo em permanente clima de violência por conta do espaço em que vivem e por suas participações em gangues. A princípio, a professora tenta aplicar seu plano de aula, ensinar a literatura que está no currículo escolar, mas logo começa seu desencanto, os estudantes não têm interesse em leituras ou mesmo na vida institucional. Não existe uma “predisposição natural dos alunos em serem alunos: o aluno ideal é mera abstração ”. Porém, apesar dos objetivos gerais da escola serem diversos aos da educadora, Erin opta por tentar entender a vida de seus alunos para que se possa inserir o conteúdo em relação às suas vivências pessoais. O processo de aprendizagem não é mais, então, apolítico: esta relação tem história, está inserida num contexto sócio-econômico que não pode ser ignorado. O professor é um agente político e quanto mais ele se perceber assim, maior o senso de criticidade acerca do conteúdo que transmite. Indagando sobre seus medos e perspectivas, ainda que o diálogo comece seco e mesmo bruto, Erin prepara novos parâmetros para sua aula. Percebe como a violência perpassa todos os discursos, como os grupos, que são agredidos pela sociedade como um todo, se matam entre si, em busca de auto-afirmação ou por qualquer outro motivo (poderíamos também analisar a falta de motivos, a apatia e a desesperança que nosso tempo reserva principalmente aos menos favorecidos economicamente). Trabalha então com outro livro: O Diário de Anne Frank, onde pode demonstrar como o ódio de um grupo quase exterminou muitos outros e como isto foi visto por uma jovem de idade aproximada à deles. E ainda, aproveitando a riqueza de suas experiências, propõe que cada um escreva um diário. Na escola, a idéia não é bem vista, por já considerarem por unanimidade o fracasso daquele grupo; logo, a instituição nada faz para ajudar, não oferece livros nem apoio, o que não permite uma interdisciplinaridade que seria tão pertinente.&lt;br /&gt;Este é um relato de experiências que nos são muito próximas. A não é mais crida como algo de valor para a vida em sociedade, os valores que ela passa sofrem um gigantesco embate com os valores que a mesma sociedade que a regula constrói: a ética destituída de sentidos, o mercado de trabalho afunilado aos que desde sempre possuem o comando deste. Em cursinhos comunitários é comum encontrarmos jovens que sonham com a universidade pública e com carreiras estáveis; todavia, o estofo cultural que herdaram de anos de derrocada da educação não lhes dá grandes chances de alcançarem seus objetivos. Resta assim a frustração, muitas vezes resultando em barbárie.&lt;br /&gt;Para fugir disso, Erin, acreditando que é preciso “lutar contra aqueles que nos fazem menor”, propõe confiar em seus alunos. Promove atividade extra-classes que são de extrema importância dentro da cultura jovem, conforme Martinez, por estenderem a relação professor-aluno para além da sala de aula, um ambiente sufocante, restritivo e fragmentado da geografia a qual pertence . Variando a abordagem Erin refaz a relação com os discentes a cada instante, conhecendo seus segredos escritos – os próprios entregam a ela para que leia. Assim, sem ignorar os aspectos técnicos-conteudisticos, a professora faz uma didática onde esta abordagem não está em desacordo com o fator político, antes interligados . Esta entrega ao trabalho que desenvolve acarreta problemas na relação de Erin com os demais professores, a diretora e mesmo com o pai e o marido. Sem que se apontem vilões para a história, mas é preciso entender que as relações políticas e afetivas estão integradas; é preciso então que estejam também na vida fora da escola, como a educadora esperava de seus alunos. A partir destes trabalhos, os alunos começaram a expandir seu pensamento crítico (não é possível dizer que não tinham, visto que entendiam as exclusões que enfrentavam) em relação à realidade que os cercava. A confiança colocada no grupo foi entendida como confiança em cada um como indivíduo, não como objeto. No artigo citado, Dubet conta que sua experiência como professor começou a ter mais equilíbrio entre seu desejo e o do coletivo a partir do momento em que se interessou por cada um, sabendo seus nomes, conversando. Claro que esta não é uma atividade fácil quando se têm dez turmas de cinqüenta alunos, mas e possível em parte. Uma possibilidade que exigiria mudanças estruturais imensas, cada professor, ainda que desse aula em diversas turmas, ficasse responsável por uma, tendo maior contato com esta. Isto acontece em alguns centros educacionais, mas não parece ser, nem de longe, uma possibilidade para as Secretarias de Educação.&lt;br /&gt;O entendimento é co-participado, nasce do diálogo horizontal, onde se estimulam curiosidades mútuas em busca da criticidade . De modo geral, os textos de didática que utilizei para esta análise demonstram a necessidade da democratização do saber, compartilhando desde os conteúdos específicos até os gerais, como a utilidade da escola, as regras e direitos a serem seguidos. O filme mostra esta necessidade nos trabalhos desenvolvidos pela professora e seus alunos, participando do fato concreto que, se não modificam subitamente a realidade, possibilitam que se volte a ver a construção da História como algo não inexorável e, portanto, passível de mudanças.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Tadeu Renato&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Bibliografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;LIBÃNEO, José Carlos. Didática. Cap.06. São Paulo: Cortez, 1994.&lt;br /&gt;DUBET, François.Quando o sociólogo quer saber o que é ser professor. Tradução de Inês Rosa Bueno. Entrevista concedida à Angelina T. Peralva e Marília Sposito.&lt;br /&gt;MARTINEZ, Silvia Alicia. A cultura jovem na ótica dos(as) professores(as) de uma escola de Ensino Médio, in Reinventar a Escola, organização de Vera Maria Candau. 3º ed. Petrópolis: Vozes, s/d.&lt;br /&gt;CANDAU, Vera Maria. A didática em questão. Cap 1. 19º ed. Petrópolis&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1680820539631436808-1545850886414285521?l=insolita2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insolita2.blogspot.com/feeds/1545850886414285521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1680820539631436808&amp;postID=1545850886414285521' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/1545850886414285521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/1545850886414285521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insolita2.blogspot.com/2009/05/paisagem-do-filme-escritores-da.html' title='Paisagem do filme Escritores da Liberdade,com óleo, tinta e textos de didática'/><author><name>Escritor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1680820539631436808.post-3369349657067375366</id><published>2009-05-20T06:23:00.000-07:00</published><updated>2009-07-10T12:52:16.805-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Formação Continuada'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Formação Continuada de Arte-Educadores</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Formado em Educação Artística pela UNESP e membro dos NIS Carlos Eduardo, nosso Cadú, acaba de defender sua tese de mestrado na aréa de Educação e Ensino Público, com indicação a publicação.&lt;br /&gt;Aqui, em primeira mão, o resumo da mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa visa analisar a política de formação continuada, dirigida aos professores de Artes da rede municipal de ensino de São Paulo, no período que compreendeu os anos de 1997 a 2008. A sua realização problematizou a prática de formulação dos projetos de formação continuada, tendo em vista as mudanças promovidas a partir da Lei 9.394/96, que estabeleceu as novas Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O desenvolvimento desta dissertação deu-se através da análise dos documentos oficiais da prefeitura de São Paulo e através de uma entrevista com um dos agentes responsáveis pela formulação de projetos de formação continuada. Para a fundamentação das análises dos documentos foram desenvolvidos dois capítulos essenciais à compreensão da pesquisa, que traçam um panorama sobre o ensino de Artes no século XX e trazem a discussão da formação continuada, a partir das vozes dos autores referenciais sobre o assunto. Os resultados apresentados apontam um aumento no volume das ações de formação continuada, dirigidas à rede, porém com o estabelecimento de uma política educacional que não privilegia a participação do corpo docente. No período analisado, não houve uma permanente ligação entre as diretrizes e proposições do Ministério da Educação e a prática da rede municipal de ensino paulistana. Ao final desse estudo, é possível concluir que o trabalho de formação continuada dos professores de Artes apresenta problemas estruturais, devido ao descompasso entre a formação inicial dos docentes, habilitados em uma determinada linguagem artística, e a prática escolar, que exige um trabalho com a totalidade das linguagens das artes. Sendo assim, as ações de formação continuada repensam a reorientação da política educacional do município, como também os problemas específicos da área de atuação dos arte educadores, dividindo seu tempo e seu êxito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cadú&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso queira ler a integra do trabalho envie nós um e-mail: insolitasucataria@yahoo.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1680820539631436808-3369349657067375366?l=insolita2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insolita2.blogspot.com/feeds/3369349657067375366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1680820539631436808&amp;postID=3369349657067375366' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/3369349657067375366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/3369349657067375366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insolita2.blogspot.com/2009/05/formacao-continuada-de-arte-educadores.html' title='Formação Continuada de Arte-Educadores'/><author><name>Escritor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1680820539631436808.post-8590217970874790059</id><published>2009-05-20T06:17:00.000-07:00</published><updated>2009-07-10T12:53:27.120-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sociabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Entre os muros da escola</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No saguão do cinema a fila era grande.&lt;br /&gt;Entre CHE, a história do guerrilheiro argentino, com direito a Rodrigo Santoro no papel de Raul Castro, Fiel documentário sobre o fatídico dia da queda do Corinthians para segunda divisão, entre outros filmes, elegi Entre os Muros da Escola porque futura professora que era, afinal começaria na profissão em uma semana, instigou-me ver o filme que lidasse com a temática.&lt;br /&gt;“Entre os Muros da Escola” retrata de alguns dias do ano letivo de uma escola na periferia francesa.&lt;br /&gt;Fui com uma amiga também professora e, me pareceu que boa parte da platéia era como nós: ou é ou será. Tal impressão surgiu conforme a história se desenrolava, a cada conflito que o docente do filme passava as reações da platéia era de um fatiga de saber que “é assim mesmo”.&lt;br /&gt;A sinopse divulgada pelos cinemas diz: “Um jovem professor leciona em uma escola de ensino médio em uma escola da periferia de Paris. Enquanto ele e seus colegas se esforçam para que o ano letivo tenha o melhor rendimento possível, os alunos adolescentes correspondem com descaso e rebeldia.&lt;br /&gt;A sensação era de “já ter visto esse filme antes”.&lt;br /&gt;E se por um lado essa sensação não passa durante o filme todo, por outro o filme envolve por expor o contrário do que a sinopse diz.&lt;br /&gt;Não se trata da velha guerra entre professores dedicados e alunos desinteressados.&lt;br /&gt;Isso porque o filme expõe as dificuldades do docente de reconhecer e trabalhar diferenças, de sair do cronograma previsto e constante tensão emocional que a todo custo não pode ser exposta aos alunos. Do outro lado o filme não demonstra descaso por parte dos alunos, rebeldia sim no sentido de não pertencimento e na falta de apropriação dos assuntos abordados, entretanto profundo interesse em novas atividades apesar da resistência inicial de costume.&lt;br /&gt;Por fim Entre os muros da escola vale a pena por as diversas faces do conflito escolar e suas infinitas máscaras. E apesar de tratar com pinceladas a questão institucional é centrado na difícil relação pessoal que se trava entre professores e alunos independente da vontade de ambos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Renata Cirilo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1680820539631436808-8590217970874790059?l=insolita2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insolita2.blogspot.com/feeds/8590217970874790059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1680820539631436808&amp;postID=8590217970874790059' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/8590217970874790059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/8590217970874790059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insolita2.blogspot.com/2009/05/entre-os-muros-da-escola.html' title='Entre os muros da escola'/><author><name>Escritor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1680820539631436808.post-835821078998264929</id><published>2009-01-09T21:52:00.000-08:00</published><updated>2009-07-10T12:53:53.154-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paulo Freire'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Relato pessoal de uma experiência freiriana</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;Falar de Paulo Freire, relembrar aquele domingo na praça (1), &lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;ver educadores que conseguem realizar um trabalho libertador da a sensação de que as coisas ainda são possíveis. Imagináveis, sonháveis, utópicas, arautópicas. Claro que nem tudo é um mar de rosas, pelo contrário, está mais para um mar de bostas. Mas ter utopias nos faz andar. E caminhar sem dúvida é melhor do que ficar parado, congelado no tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, o texto a seguir é o que eu, Valéria, integrante apaixonada do NIS, entendi desses dias de fórum. Quem quiser saber mais sobre o fórum Paulo Freire entre no site: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://www.forumpaulofreire.org/"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;" &gt;www.forumpaulofreire.org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:130%;"  &gt; vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me chama atenção o quanto somos oprimido-opressores, repenso minha prática, das vezes que sou opressora, das vezes que sou oprimida. Penso no meu opressor introjetado, quando já recebemos tanto NÃO que a presença física do opressor já não se faz mais necessária, por que você mesmo, seu inconsciente, ego, não sei direito, já lhe dá a ordem, te oprime, já te explica o que não se deve fazer. E não se deve fazer, não porque se tenha uma razão racional ou afetiva, mas simplesmente porque NÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes, quando chegamos a uma comunidade para lecionar ou para visitar, não temos o olhar do colonizador, vemos do ponto de vista da nossa cultura e a partir daí julgamos a cultura do outro. Determinada música é ruim, esse jeito de se vestir é vulgar, tal religião é inocente. Temos que ter olhos sensíveis para o diferente, fazer com que aquela comunidade pense sobre sua cultura e repensar a nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi dito também no fórum que muitas vezes nos vemos pelo olhar do opressor e que muitas vezes pegamos esse olhar como verdade (afinal ele é a autoridade e sabe do que está falando). Eu aprendi na escola que os índios não foram escravizados porque eram preguiçosos. Será? Como é que o Tadeu (2)&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;, que é neto de índio, se sente? Preguiçoso? Não querer ficar trabalhando para outros, pois a natureza já me dá tudo e como escravo não ganho nada, é preguiça? Fora aquela questão que a Inglaterra lucrava horrores com a escravidão e trafico dos africanos. Pois é, mas eu aprendi na escola que os índios eram preguiçosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo Tadeu sempre conta que um dia a professora de artes perguntou para ele se ele era bobo, e que para artes ele não levava jeito. Já pensou se ele leva a professora a sério?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;(1) Vide artigo tal nesse blog.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt;(2) O autor do artigo já citado. E meu namorado.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,153,0);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;VALÉRIA ROCHA&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1680820539631436808-835821078998264929?l=insolita2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insolita2.blogspot.com/feeds/835821078998264929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1680820539631436808&amp;postID=835821078998264929' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/835821078998264929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/835821078998264929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insolita2.blogspot.com/2008/10/artigos-insolita-2.html' title='Relato pessoal de uma experiência freiriana'/><author><name>Escritor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1680820539631436808.post-1036612838008987566</id><published>2009-01-04T16:33:00.000-08:00</published><updated>2009-07-10T12:54:15.050-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paulo Freire'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>Pra começo de conversa</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_l_mpQM4BsyA/SXcM-EytMKI/AAAAAAAAAOg/W6ltXdKiaaI/s1600-h/tadeu.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293714147575148706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 302px; HEIGHT: 226px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_l_mpQM4BsyA/SXcM-EytMKI/AAAAAAAAAOg/W6ltXdKiaaI/s400/tadeu.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em 2005 entrei na faculdade de Filosofia. Logo tratei de me aproximar daquilo que me parecia o caminho de maior participação social que eu poderia ter: a educação. Manifestei interesse para um colega de classe – um frei! – e fui convidado a dar aulas de alfabetização – numa igreja! - para jovens e adultos. Ser educador, naquele momento, me parecia o trabalho mais político que um intelectual poderia realizar e pensei, dentro de minha utopia, que aquele professor que fazia seu trabalho sem entusiasmo ou apenas por obrigação mercadológica, era o pior traidor da classe . Em outra oportunidade escrevo uma crônica sobre isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Pois bem, apareci diante de um seleto grupo de sete alunos; foram escolhidos entre os “atrasados”, formando uma turma extra. Com minha didática fictícia (em potencial, somos todos educadores; em ato, isto é bem discutível), passei o que eu sabia sobre as primeiras letras e o que eu quase não sabia sobre os números. Quase nada foi conseguindo nesta relação. Precisava de ajuda teórica, já que eu não confiava na prática que via nos meus colegas de trabalho. Foi quando fui atrás do autor que conhecia apenas de nome: Paulo Freire e sua obra fundamental, a Pedagogia do Oprimido. Ali encontrei algo que dialogava com o que eu pensava sobre a educação, principalmente com aquele grupo específico. Durante seis meses usei de teatro, jogos, conhecimentos e experiências dos educandos. As aulas chamavam a atenção das outras turmas, que também desejavam participar. Gostaria de dizer que aconteceu como naqueles filmes de professores que revolucionam uma escola inteira, mas não foi bem isso. Ao fim do semestre alunos saíram, outros entraram no meio do caminho. Alguns aprenderam a ler e a escrever. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por falta de recursos financeiros (o trabalho era voluntário) precisei deixar as aulas. E a faculdade. Voltei em 2007 ao curso de Filosofia. No 3º semestre encontro a aula de Filosofia da Educação. O professor, um apaixonado pela área. Talvez paixão não seja a palavra, mas fica assim mesmo. Ele volta ao assunto Paulo Freire. Mas desta vez, o livro utilizado é Pedagogia da Autonomia, considerado uma síntese de todo o pensamento do grande educador. Ao mesmo tempo em que o lia, trabalhava no registro das experiências do NIS, revendo o roteiro das atividades que realizamos em 2006. Enquanto revejo as fotos, tudo parece fazer uma ligação: a atividade da caça ao tesouro parecia com o que o livro descrevia sobre a luta contra a inexorabilidade da História. A educação feita na praça em forma de jogo era a exigência de alegria para a educação, etc, etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Enfim, Paulo Freire aparecia para minhas idéias como conceituaização de uma ação que nosso grupo já vinha realizando. Tratei de colocar isso no papel, fazendo assim o trabalho que a faculdade me exigia, e refletindo sobre o trabalho do Insólita. Este artigo foi apresentado no último congresso Paulo Freire. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://www.paulofreire.org/twiki/pub/FPF2008/TrabalhoTadeuRenato/Artigo_para_%20forum_Paulo_Freire.doc"&gt;Para ler o artigo apresentado no evento na integra clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tadeu Renato&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1680820539631436808-1036612838008987566?l=insolita2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insolita2.blogspot.com/feeds/1036612838008987566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1680820539631436808&amp;postID=1036612838008987566' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/1036612838008987566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/1036612838008987566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insolita2.blogspot.com/2009/01/pra-comeo-de-conversa.html' title='Pra começo de conversa'/><author><name>Escritor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_l_mpQM4BsyA/SXcM-EytMKI/AAAAAAAAAOg/W6ltXdKiaaI/s72-c/tadeu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1680820539631436808.post-233048162467111448</id><published>2008-01-19T03:24:00.000-08:00</published><updated>2009-05-20T06:14:22.493-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paulo Freire'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ação'/><title type='text'>O boneco na Escola Governador Mário Covas: a experiência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;O teatro de bonecos é uma espécie de divertimento popular que consiste em representações dramáticas, por meio de bonecos, que podem representar personalidades. Neste tipo de teatro, os bonecos ganham características que são valorizadas exageradamente e em certos casos, os personagens ganham como sobrenome essas características como, por exemplo, João Chorão.&lt;br /&gt;Este tipo de teatro envolve o conhecimento de culturas e personalidades principalmente do Nordeste, oferecendo ás crianças à oportunidade de viajar pelo Brasil usando a imaginação. Além disso, o projeto tem como objetivo o despertar para uma conscientização dos educandos sobre a reciclagem, permitindo que estes sejam multiplicadores desses conhecimentos.&lt;br /&gt;Proporcionar e estimular que as crianças criem e recriem, transformem objetos simples do uso cotidiano em obras de arte - e neste caso, em bonecos - é uma meta.&lt;br /&gt;A autonomia é parte do projeto. As crianças desde o início são estimuladas a conhecer e manusear os materiais sem uma "ordem" do professor, permitindo que uma relação de confiança se estabeleça nas aulas. Aprendem a questionar refletir e para tanto, estar atento às explicações e depois, se utilizar delas para construir o boneco é fundamental. Ter a responsabilidade de utilizar os materiais da melhor maneira possível é conquista deste trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O boneco na escola Gov. Mario Covas: a experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escola Governador Mário Covas tem sua comunidade formada também por imigrantes nordestinos e assim, muitas crianças têm em sua rotina, costumes desta região.A unidade escolar está localizada no bairro de Itaquera, próximo ao Conjunto Habitacional José Bonifácio, extremo da zona leste de São Paulo. O acesso é dificultado para quem não reside no bairro e também para os moradores que necessitam se locomover para o centro ou mesmo para bairros próximos.Nesta localização, a locomoção das crianças para museus e espaços culturais localizados no centro da cidade é bastante dificultada. O SESC Itaquera e o Parque do Carmo são duas opções de lazer e cultura para a população local e ainda assim, o transporte é precário, e as vezes insuficiente. E é desta forma que os educadores se tornam peças essenciais na formação artística dessas crianças, trocando experiências com elas. A comunidade é predominantemente de baixa renda, freqüentando a escola como espaço de formação e de possível ascensão social.&lt;br /&gt;A proposta de desenvolver durante as aulas de Artes, um projeto sobre Teatro de Mamulengo partiu de alguns pontos como: a integração das linguagens artísticas através do teatro, e ainda havia a possibilidade de também dar enfoque á reciclagem, uma vez que nossos bonecos seriam feitos de garrafa pet. Fiz a proposta às salas de 4ª séries do ensino Fundamental I e os alunos aceitaram fato de suma importância no início do trabalho na escola em 2008, prevalecendo o diálogo. Proposta aceita, iniciamos nosso trabalho.&lt;br /&gt;Primeiro passo: apresentar o teatro e o boneco, coisas tão novas ao cotidiano dessas crianças especialmente na questão artística. E claro, o trabalho coletivo, já que é impossível pensar em teatro sem pensar que ele é coletivo.As próximas etapas exigiram o trabalho em casa, recolhendo garrafas para serem transformadas em bonecos. Foi difícil conseguir que todas as crianças trouxessem as garrafas e para que o nosso trabalho não fosse prejudicado, o auxílio das professoras e funcionários da escola foi fundamental, recolhendo garrafas.&lt;br /&gt;Nesse tempo, as aulas se pautaram na construção de personagens, através de um questionário contendo informações que auxiliariam na formação do boneco como: nome, idade, profissão e etc. E também jogos teatrais... Em grupos.&lt;br /&gt;Para que uma peça tenha sucesso, ela precisa de um cenário e no caso do teatro de mamulengo, é preciso ainda uma banda que faça interação com a platéia. Aí enfrentamos um obstáculo: como fazer com que as crianças se interessem sem pressioná-las para realizar uma tarefa. Pensamos então que seria uma boa idéia que todos construíssem os bonecos e depois desta etapa, cada criança ficaria a vontade para escolher como seria sua participação neste trabalho, se seria encenando a peça, confeccionando o cenário ou ainda como músico da banda.&lt;br /&gt;Conseguimos as garrafas!Vai começar o trabalho prático!&lt;br /&gt;Assim como a garrafa que pode ser reciclada, recolhemos jornal que já havia sido lido para compor nosso trabalho. A garrafa vai ganhando forma com uma bola de jornal que vira o olho esquerdo, depois outra bola e temos o olho direito, e assim, até completarmos o rosto.&lt;br /&gt;"É agora que a gente vai pintar?"&lt;br /&gt;A ansiedade é fator a ser – muito – levado em conta. Foi difícil para as crianças tentar, a principio, imaginar que uma garrafa de água pudesse virar um boneco. E aconteceu! O jornal cortado em pedaços e misturado com cola e água, ganha resistência e deixa as garrafas fortes.&lt;br /&gt;Durante muitas aulas nosso boneco foi tomando forma de "gente", sem pressa, apesar do tempo curto, pois não queríamos que os bonecos desmontassem no fim do projeto ou até mesmo no meio da apresentação...&lt;br /&gt;Para que tudo isso fizesse sentido ás crianças e lhe proporcionassem prazer em realizar este trabalho, o diálogo e o acordo entre educador e educandos desde a proposta, no início do ano, até esta etapa foi de extrema importância. Nenhuma criança se interessa pelo que não conhece ou mesmo por algo que não se faz necessária sua participação nas decisões.&lt;br /&gt;O projeto está em desenvolvimento. Uma sala está finalizando o que chamamos de "última pele", que é encobrir o jornal com papel Kraft ou mesmo papel de pão e a outra sala está na pintura dos bonecos.&lt;br /&gt;Em seguida vamos iniciar as técnicas de manipulação dos bonecos e construção da história a ser apresentada, através de jogos que estimulem a criatividade e improvisação bem como a construção narrativa de uma história, com começo, meio e fim. Paralelamente, as crianças que optaram por construir e confeccionar o cenário e a trilha sonora estarão concentrados nas suas atividades. É importante ressaltar que as crianças ficam livres para escolher como farão parte desse trabalho e que apesar de cada uma ter sua atividade, elas precisam estar em sintonia, ou seja, é preciso um diálogo continuo e um caminhar em conjunto. Não fará sentido se uma história é contada, mas a música e o cenário não se relacionam com ela. A integração das linguagens se faz aí mais presente e concreta.&lt;br /&gt;Nosso trabalho será finalizado com uma apresentação do teatro preparado, conhecido, envolvido e construído pelas crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                                                                        Thaís Borelli Mamprin&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1680820539631436808-233048162467111448?l=insolita2.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://insolita2.blogspot.com/feeds/233048162467111448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1680820539631436808&amp;postID=233048162467111448' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/233048162467111448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1680820539631436808/posts/default/233048162467111448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://insolita2.blogspot.com/2009/01/o-boneco-na-escola-gov-mario-covas.html' title='O boneco na Escola Governador Mário Covas: a experiência'/><author><name>Escritor</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
